Cupim, o divisor de opiniões


Quando se fala do Cupim, tem quem acredita que é uma região onde se reúnem toxinas. Mito ou Verdade? Segundo Roberto de Oliveira Roçao, veterinário e professor da Universidade Estadual Paulista Campus de Botucatu, não existe trabalho científico que comprove o que muitos pensam ser verdade. Para Roberto, “O cupim é a parte do bovino que virou folclore”. “Não tem nada de prejudicial na carne, exceto a quantidade de gordura. Por isso deve ser consumida com moderação.” O cupim, como toda carne do dianteiro do boi, não é composta apenas de gordura saturada. Este é um dos mitos da carne que deve cair por terra. 
Apesar de ocupar a última posição no TOP 10, pode ser uma ótima opção de carne por conta do seu sabor. Esse corte não é o queridinho dos churrasqueiros pois leva muito tempo para ficar no ponto ideal.

O cupim localiza-se logo atrás do pescoço bovino, e é um corte composto por fibras musculares entremeadas de gordura. A gordura do cupim é marmorizada e muito intensa, não é superficial como na picanha, que é bem visível e pode ser retirada.
Por ser muito fibrosa, sugerimos enrolar essa carne em papel celofane, para manter o suco da carne e não enrijecer.

Mesmo enrolado em papel celofane, o cupim levará entre 4 a 5 horas para ficar pronta. Antes de enrolar no celofane, tempere a carne ao seu modo. Caso queira que o cupim fique mais dourado, após retirar o celofane, volte a carne para a churrasqueira por apenas alguns minutos.

Acompanhamentos

Uma salada verde para acompanhamento é o ideal: as minis (baby) folhas de beterraba, que costumamos desperdiçar, fica ótimo para acompanhamento do Cupim. Para o molho da salada, coloque em um processador: azeite, limão, uma pitada de alho, sal, mostarda, mel e uma colher de Chutney manga e pimenta.

 

 

 

 

Fonte: blog da carne


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